Um promotor argentino pediu a extradição de Nicolás Maduro para julgamento em Buenos Aires, por crimes contra a humanidade. O processo, criado em 2023, foi reaberto após a captura do líder venezuelano.
O pedido foi apresentado pelo promotor Carlos Stornelli, conhecido por ações contra Cristina Kirchner, para que Maduro seja entregue pela Justiça dos EUA à Argentina.
A acusação sustenta que Maduro foi convocado para depor na Celac em 2023, mas não compareceu, havendo ordem de detenção no país.
Além de Maduro, o ministro do Interior e da Justiça da Venezuela, Diosdado Cabello, é alvo do mesmo processo, que permanece em Caracas.
A denúncia é assinada pelo Foro Argentina para a Defesa da Democracia, que reuniu relatórios internacionais sobre violações de direitos humanos na Venezuela e depoimentos de refugiados na Argentina.
A base jurídica é a jurisdição universal, que autoriza tribunais argentinos a julgar crimes independente do local do crime ou da nacionalidade das partes. Com informações da RFI.
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