O governo dos EUA, sob a gestão de Donald Trump, é apresentado como buscando controlar as receitas do petróleo venezuelano, reduzindo o poder de Delcy Rodríguez e de aliados de Nicolás Maduro. A ideia, segundo a análise da colunista Daniela Lima, é restringir a influência do chavismo sobre os recursos do país.
Daniela Lima afirma que Delcy Rodríguez é mantida no poder para evitar convulsões sociais na Venezuela, mas que o controle financeiro ficaria com Washington. Segundo ela, a função da vice é simbólica, sem ingerência sobre o dinheiro da exploração petrolífera.
A leitura, ainda conforme a colunista, é que o objetivo dos EUA é repartir o controle das receitas, com as autoridades venezuelanas mantendo a posição formal, sem ter autorização para gerir os recursos.
Em aberto permanece o plano de venda do petróleo venezuelano, com a promessa de termos de negociação mais rígidos e menos descontos. Rubio indicaria que a distribuição dos recursos caberia aos norte-americanos.
Essa postura é percebida como tentativa de estabilizar a gestão venezuelana sob pressão externa, segundo a análise, para evitar resposta de rua ou crise que possa afetar a região.
O potencial impacto é discutido com atenção regional, incluindo o Brasil, que teme desdobramentos domésticos se a crise se agravar. A observação foca em cenários de maior instabilidade.
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