Donald Trump afirmou em entrevista ao New York Times que não precisa da lei internacional e que seu poder como presidente seria limitado apenas pela própria moral. Segundo ele, essa seria a única coisa capaz de barrar suas ações, ainda que tenha acrescentado que não pretende ferir pessoas.
A entrevista ocorre em meio a sinais de que a administração avalia opções para tomar controle de Greenland, com ênfase na posse de terras. Trump destacou a importância da propriedade como elemento psicológico para o sucesso, afirmando que a posse oferece vantagens que vão além de tratados ou contratos.
Em relação a Venezuela, Trump reiterou que a ação contra Nicolás Maduro ocorreu por considerar uma ameaça real, defendendo que não houve influxo de criminosos ou drogas como ocorria em outros contextos. O ex-presidente mencionou ainda que a decisão sobre Taiwan envolve decisão do líder chinês, expressando, de forma indireta, desaprovação caso ocorra mudança de cenário com ele no poder.
Questões de segurança e acordos internacionais
Trump disse que não acredita que Xi Jinping pretenda tomar Taiwan sob seu mandato, mas admitiu a possibilidade após uma troca de presidentes. Sobre acordos de controle de armas, comentou que, se o último tratado com a Rússia expirar, haverá um novo acordo, incluindo a China entre os participantes.
Contexto doméstico e relações internacionais
A fala de Trump acontece em meio a tensões internas, com intensos protestos após uma intervenção policial em Minneapolis. As relações com aliados europeus também passam por desgaste, em meio a debates sobre possíveis mudanças de linha política envolvendo Greenland.
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