Myanmar realiza a segunda fase da eleição organizada pela junta que tomou o poder em 2021. Eleitores voltam às urnas em meio a críticas de falta de oposição real e a um quadro de conflito que persiste no país.
A vaga de votação envolve parte do corpo legislativo e segue a primeira rodada marcada por baixa participação. A oposição foi dissolvida ou deixou de registrar candidaturas, enquanto grupos rebeldes rejeitaram a participação.
O pleito ocorre em um contexto de violência civil e deslocamentos, com a comunidade internacional recebendo a eleição com ceticismo. A junta busca legitimação sob controle militar, enquanto organizações humanitárias alertam para a gravidade da crise.
Perspectivas e cenário eleitoral
Observadores apontam que o processo é restrito por leis que limitam a oposição e por irregularidades administrativas. A votação final está prevista para ocorrer em uma data adicional, abrangendo áreas onde o controle da junta não é total.
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