Reza Pahlavi, exilado filho do último shah do Irã, tornou-se uma voz de destaque aos protestos que moldam a maior onda de manifestações anti-governo em anos. Residente fora do Irã desde a Revolução de 1979, ele tem se articulado pela internet para apoiar os iranianos que Demandam mudanças. Em vídeos disseminados nas redes, ele afirma que a república islâmica precisa de reformas profundas e destaca a necessidade de uma transição democrática.
A mobilização, marcada pela forte oposição ao regime clerical, ganhou impulso diante da economia em dificuldades e de sanções internacionais. Milhares de pessoas participam de protestos que se intensificaram desde junho, com apelos por fim à repressão e a um sistema teocrático. Grupos de diaspora também respondem, promovendo mensagens de apoio a Pahlavi e a mudanças políticas.
Pahlavi afirma estar pronto para liderar a transição
Em mensagens recentes, mesmo com o governo bloqueando parte da internet, ele disse estar disposto a conduzir uma transição para um Irã laico e democrático, deixando claro que o povo deve decidir quem o governa. A declaração reforça a tentativa de oferecer uma liderança articulada para o movimento.
Apoio internacional e recepção no país
A receptividade entre Irã no exterior, sobretudo na diáspora, é mizada: alguns manifestantes parecem responder aos apelos dele, enquanto muitos defendem mudanças amplas sem depender de uma figura única. O tema da defesa de reformas políticas permanece central entre as demandas de_engineering econômico e social.
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