Foi registrado um aprofundamento da repressão iraniana contra manifestantes que pedem mudanças no regime. A imprensa aponta queda geral de informações, uso de força e prisões em várias cidades do país. O movimento ganhou impulso após a aceleração de preços e a inflação.
Líderes internacionais condenaram a violência e expressaram apoio ao direito de protestar. A presidente da Comissão Europeia afirmou apoio integral aos manifestantes, enquanto o chanceler da UE destacou a violência como desproporcional. A oposição internacional pediu diálogo e garantias de liberdades.
Autoridades iranianas intensificaram ações para conter os protestos. A Guarda Revolucionária descreveu a proteção da segurança como linha vermelha, enquanto o governo prometeu defender propriedades públicas. O procurador-geral afirmou que processos contra manifestantes serão implacáveis.
Reações internacionais e posicionamentos
Países ocidentais Rebateram a repressão com críticas públicas e pediram respeito às liberdades. Líderes da França, Alemanha e Reino Unido destacaram a responsabilidade das autoridades em proteger a população e permitir expressão pacífica.
Contexto econômico e desdobramentos
Os protestos emergiram no contexto de inflação elevada, com exclusões de itens básicos no mercado. O Banco Central encerrou programa que facilitava dólar a importadores, elevando preços e alimentando as manifestações, segundo relatos.
Setores tradicionais próximos ao Estado, como os bazaaris, também passaram a agir de modo mais assertivo, ampliando a pressão econômica e refletindo descontentamento popular. Em meio a isso, autoridades anunciam medidas para manter a ordem pública.
Até o momento, o número de mortos e de detidos varia conforme a fonte, com organizações de direitos humanos apontando dezenas de vítimas e milhares de prisões nos últimos 13 dias. O cenário mantém-se tenso e em evolução.
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