Alguns congressistas dos EUA, de ambos os grandes partidos, questionam se uma ação militar contra o Irã é a melhor saída, diante da crescente agitação no país.
O Irã enfrenta protestos contra o governo, que já mobilizam o aparato militar. Autoridades do país acusam terroristas de estimular a crise e afirmam que manterão a ordem para defender o sistema vigente.
Entre os parlamentares, o senador Rand Paul, republicano, afirmou que não está claro se bombardear o Irã produziria o efeito desejado. Outro senador, Mark Warner, democrata, ressaltou riscos de mobilizar apoio popular contra os EUA.
Warner lembrou que ataques podem unir Irã contra os estrangeiros, citando histórico de intervenções. Ele citou o golpe de 1953 como exemplo de consequências de ações americanas.
Um relato do Wall Street Journal indicou que autoridades militares e diplomáticas dos EUA devem apresentar opções a Donald Trump, incluindo ataques cibernéticos e outras medidas de âmbito militar, na próxima semana.
Entre os representantes que defendem firmeza, o senador Lindsey Graham afirmou que Trump deve apoiar protestos e endurecer a posição contra o regime, incluindo medidas contundentes.
Pahlavi, filho exilado do xá, que vive nos EUA, indicou disposição de retornar ao Irã para liderar uma transição rumo a um governo democrático, com compromisso de transparência e eleições livres.
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