O regime iraniano enfrenta protestos que são vistos como o maior desafio à República Islâmica nas últimas years. Mais de 648 manifestantes foram mortos e milhares ficaram feridos desde o início dos movimentos, em 28 de dezembro, após falência da moeda e crises econômicas.
Friedrich Merz, chanceler da Alemanha, afirmou durante visita a Índia que o governo iraniano está em seus últimos dias e semanas. Segundo ele, o regime não tem legitimidade através de eleições e só se mantém pela força.
O anúncio chega em meio a críticas internacionais pela repressão, com prisões em massa, cortes de internet e avisos públicos de que participar das manifestações pode implicar pena de morte. Ontem, a AP informou que celulares iranianos passaram a fazer chamadas internacionais, embora a internet permaneça restrita.
Desdobramentos na política e na economia
Nos EUA, o presidente Donald Trump avisou que países que façam negócios com o Irã enfrentarão uma tarifa de 25% sobre o comércio com os EUA. A Casa Branca indicou que bombardeios foram discutidos entre as opções, mas a diplomacia continua sendo prioridade segundo a porta-voz Karoline Leavitt.
As opções de resposta internacional continuam em avaliação, com autoridades destacando o uso de ações diplomáticas e medidas econômicas como instrumentos de pressão. Acompanhe as informações mais recentes sobre o desdobramento da crise iraniana.
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