Sanae Takaichi, chefe do governo japonês, avalia convocar uma eleição extraordinária para a Câmara Baixa no dia 8 de fevereiro, após dissolução da casa na próxima semana, conforme informou o jornal Yomiuri nesta quarta-feira. A reportagem cita que a decisão dependeria do andamento da dissolução e da necessidade de enfrentar a crise orçamentária.
Segundo o Yomiuri, o orçamento fiscal de 2026 dificilmente seria aprovado no parlamento até o fim do exercício atual em março caso haja eleição antecipada. A primeira-ministra teria ainda sinalizado a intenção de apresentar um orçamento de contingência para viabilizar medidas contra a inflação o quanto antes.
Contexto e desdobramentos
A divulgação aponta que, se confirmada a eleição, Takaichi buscará consolidar apoio para aprovar o orçamento com prioridade às medidas inflacionárias. O cenário envolve o debate sobre a viabilidade de um curto intervalo entre a dissolução e a votação, bem como possíveis impactos na política fiscal japonesa.
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