Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliam que a União Europeia vive o seu maior teste desde a criação, e não descartam a possibilidade de Trump adotar uma resposta firme para a Groenlândia. O objetivo, segundo eles, é evitar termos como ocupação ou uso de força.
Acolhidos pela coluna, esses assessores ajudam a mapear o cenário internacional e a orientar decisões do governo brasileiro em assuntos sensíveis. A discussão gira em torno de uma eventual reação de Washington a medidas europeias sobre a Groenlândia, território hoje dinamarquês.
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