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Trump diz que não haverá tarifas para a Europa após acordo sobre Groenlândia

Trump diz que tarifas para a Europa não entram em vigor após esboço de acordo com a Organização do Tratado do Atlântico Norte sobre Groenlândia

As ameaças de os EUA assumirem o controle da região geraram preocupação entre líderes globais
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, interrompeu a escalada de tarifas contra a Europa durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça. Ele afirmou ter chegado a linhas gerais de um acordo com a Otan sobre a Groenlândia, o que o levou a suspender tarifas previstas para 1º de fevereiro. Não houve detalhes do acordo.

Trump manteve, na sessão, que continua interessado na Groenlândia e criticou a suspensão de um suposto acordo comercial entre EUA e Europa. Em discurso no encontro, reforçou que a Groenlândia pertence à Dinamarca e afirmou que os EUA não usariam força para anexá-la.

Contexto internacional

O tema da Groenlândia gerou preocupação entre aliados, com receios de impactos na Otan. Trump rebateu que a aquisição não representaria ameaça à aliança e poderia até fortalecer a segurança coletiva. A Groenlândia já informou que não pretende tornar-se parte dos EUA.

Pressões e desdobramentos

Nos dias recentes, Trump havia ameaçado aplicar tarifas de 10% a partir de 1º fevereiro, com aumento para 25% em junho, contra a Dinamarca e outros países que ajudaram a Groenlândia. O Parlamento Europeu avaliou responder com tarifas sobre bens americanos, em meio a negociações comerciais entre EUA e UE.

Contexto econômico

O presidente atribuiu à economia americana um momento de crescimento, alegando controle da inflação, embora dados oficiais indiquem inflação de 2,7% ao ano. Ele afirmou ter apoio popular amplo, criticou políticas migratórias e políticas energéticas europeias, e sinalizou novas medidas de tributação externa como instrumento econômico.

Nota sobre informações recentes

Trump também mencionou uma ação militar ocorrida em 3 de janeiro na Venezuela envolvendo Nicolás Maduro e Cilia Flores, afirmando ter adquirido petróleo venezuelano. Informações sobre esse ponto são contestadas por veículos de imprensa, que levantam dúvidas sobre a origem e a destinação do petróleo citado.

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