Donald Trump afirmou, em Davos, que o mundo está mais rico, mais seguro e consideravelmente mais tranquilo do que no último ano, durante o lançamento do seu projeto “board of peace”.
Na cerimônia de assinatura, ministros e chefes de governo de 19 países subiram ao palco. Entre eles estavam Vjosa Osmani, presidente do Kosovo, e Javier Milei, presidente da Argentina. A gestão ficará a cargo de Trump.
Trump descreveu o encontro como um dos mais importantes já realizados e disse ter encerrado oito conflitos. O líder citou que muitos desses conflitos eram pouco conhecidos, inclusive por ele.
Entre os países representados estavam Marrocos, Hungria, Indonésia, Jordânia, Cazaquistão e Arábia Saudita. Em discurso, ele destacou a participação de integrantes com visões distintas.
Historicamente, o board surgiu como parte de um plano de cessar-fogo na Faixa de Gaza. O ex-presidente sugeriu, em tom mais amplo, que pode assumir papel geopolítico maior no futuro.
Na semana passada, foi divulgado o início de um “conselho executivo fundador” para o grupo, com nomes como Tony Blair, Ajay Banga e Jared Kushner.
Antes, o tema Gaza já era pauta. Trump afirmou que o confronto é reduzido a pequenas chamas e que o Hamas deverá abandonar as armas. Ele condicionou futuras ações ao desarmamento.
A secretária de Relações Exteriores do Reino Unido, Yvette Cooper, afirmou que o país não aderiria ao board no momento. Há preocupações sobre o envolvimento de Putin e o andamento de compromissos de paz.
Moscou, que não participa do WEF desde a invasão da Ucrânia em 2022, disse que avalia próximos passos com parceiros estratégicos antes de qualquer decisão de participação.
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