O curso internacional, realizado entre 5 e 23 de janeiro em Brasília, reuniu 30 participantes: 15 de Harvard e 15 profissionais brasileiros. O Sistema Único de Saúde (SUS) foi apresentado como referência para projetos de saúde pública.
Promoveram o intercâmbio entre universidades e órgãos governamentais: Harvard T.H. Chan School of Public Health, Ministério da Saúde, Fiocruz e o DRCLAS, da própria universidade de Harvard. A iniciativa é a 18ª edição no Brasil.
O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, conduziu a aula inaugural sobre o SUS. Ele destacou a importância da articulação entre ciência, políticas públicas e comunidades para a influência global do SUS.
Participaram ainda secretarias ligadas à saúde: SVSA, Seidigi, além de equipes da SETR, PNI, DAPSI, DECAN e DEMAS, com docentes e profissionais que apresentaram conteúdos e discutiram políticas.
A edição de 2026 terá cinco eixos temáticos: governança do MS, saúde na savana tropical, saúde indígena, atenção primária com foco em imunização e cuidados especializados, incluindo câncer.
Avisa Eveline Vale, médica infectologista da Secretaria de Saúde do DF e aluna do curso, reforçou o orgulho de integrar o SUS e salientou que o Brasil se destaca no Programa Nacional de Imunizações.
A metodologia combina palestras, debates, visitas técnicas e trabalhos em grupo, buscando propostas baseadas em evidências para subsidiar políticas do Ministério da Saúde. Projetos anteriores já foram implementados.
Para a estudante Ida Kozuchowska, a imersão abriu compreensão sobre a complexidade do SUS, evidenciando desafios e potencialidades de um sistema diverso e extenso.
Subtítulo
- Estrutura de 2026 eixos temáticos
- Participação internacional e transferência de conhecimento
Jaciara França
Ministério da Saúde
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