O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou em sessão no Senado que os Estados Unidos podem abrir uma presença diplomática na Venezuela em breve. O anúncio ocorreu após a queda de Nicolás Maduro, segundo ele, com a intenção de obter informações em tempo real. Rubio recebeu Maria Corina Machado no Departamento de Estado.
Rubio explicou que já há uma equipe avaliando a situação e que a missão seria liderada pela diplomata Laura Dogu. Dogu atuaria inicialmente a partir de Bogotá, para depois seguir a Caracas, conectando governo, sociedade civil e oposição. A medida visa facilitar a transição venezuelana.
A parlamentação dos EUA sinalizou que a presença facilitará diálogo com diferentes setores. Rubio ressaltou o desafio de uma transição complexa, afirmando que o avanço é significativo em pouco tempo. Machado, líder da oposição, disse estar disposta a facilitar um caminho real para a mudança.
Plano de presença e liderança
O plano envolve a unidade de assuntos venezuelanos, sob coordenação de Dogu, com atuação inicial em território colombiano. A estratégia busca informações de campo e contato com organizações civis, em complemento à comunicação com autoridades venezuelanas.
Contexto político
Rubio citou exemplos de transições em Espanha e Paraguai para ilustrar caminhos democráticos. O vice-presidente venezuelano na época da operação, Delcy Rodríguez, assumiu o poder após os eventos. O governo interino tem promovido reformas legais no setor de hidrocarbonetos.
Reações e próximos passos
Rubio não fixing prazos, destacando que a transição não ocorrerá de um dia para o outro. Questionado sobre confiar no eventual governo, ele apontou avanços e desafios. María Corina reiterou disposição para facilitar um processo genuíno sem manter elites no poder.
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