O Iêmen ocupa o 3º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2026. Desde o início do ano, cristãos têm sofrido repressão crescente, com mais de 50 pessoas presas que, em seguida, sumiram. A onda de detenções afeta várias regiões do país.
Fontes confiáveis indicam que os detidos devem permanecer em locais secretos por semanas, durante investigações e interrogatórios. Famílias e o sistema judiciário não conseguem intervir nesse período de maior restrição a liberdades.
Khaled, cristão iemenita, estava fora do país quando ocorreu a última onda de repressão; sua casa foi destruída e o telefone, confiscado. A situação complica a definição de seu futuro e de outros cristãos afetados.
Vários veículos de imprensa locais e plataformas digitais reportam prisões de cristãos no Iêmen, com sinais de expansão da pressão para novas áreas e cidades. Observadores descrevem um quadro de crescente inquietação entre a comunidade.
Mobilização e apoio
Parceiros locais indicam mobilização de contatos para tentar auxiliar os afetados, enquanto familiares e redes religiosas buscam estratégias para evitar piora da crise.
Paralelamente, cresce a mobilização internacional por meio de ações de oração e de campanhas de apoio. O objetivo é oferecer assistência espiritual e prática aos cristãos perseguidos no Iêmen.
Ação de oração global
NoDomingo da Igreja Perseguida (DIP) ocorre, em 31 de maio, uma mobilização de igrejas no Brasil para rezar pelos cristãos do Oriente Médio e Norte da África. A iniciativa pretende ampliar a mobilização de fiéis e comunidades.
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