European Union foreign ministers adotaram nesta quinta-feira novas sanções contra o Irã, mirando indivíduos e entidades envolvidas na repressão violenta a manifestantes e no apoio do país à Rússia.
As medidas visam restringir ativos e impor restrições de viagem, ampliando o conjunto já existente de punições da UE impostas ao governo iraniano. A ação ocorre em meio a críticas pela forma como as autoridades lidam com protestos internos.
O bloco também trabalha para incluir as Forças Quds do Irã, vinculadas ao Exército IRGC, na lista de organizações terroristas, equiparando o grupo a entidades como Estado Islâmico e Al Qaeda. A proposta sinaliza mudança significativa na política europeia em relação ao Irã.
Possível inclusão do IRGC na lista de terroristas
A formalização da designação depende de um acordo político entre os estados-membros da UE, com consenso necessário para avançar. A inclusão ampliaria as restrições ao IRGC e poderia afetar relações comerciais e de cooperação.
Segundo fontes — citadas pela Reuters —, a avaliação sobre o IRGC está no estágio final, com a decisão a depender de negociações entre os 27 governos. O movimento é visto como um marco na postura europeia frente ao governo iraniano.
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