A greve nacional foi convocada nos Estados Unidos para esta sexta-feira, 30, como protesto contra as operações de imigração do ICE. A ideia é suspender trabalho, aulas e consumo para pressionar o governo a rever a política imigratória.
A mobilização, organizada por um movimento descentralizado, ganhou apoio em cidades como Minneapolis, Cleveland e Nova York. Grupos de direitos humanos, associações religiosas e grupos estudantis integram a coalizão que promove a greve.
Twin Cities, que reúne Minneapolis e Saint Paul, foi apontada como exemplo para o país. Organizadoras afirmam que a paralisação busca chamar atenção para mortes associadas a operações do ICE e exigir mudanças na atuação federal.
Na semana passada milhares de pessoas participaram de protestos em Minnesota, com dezenas de comércios fechando as portas. Os organizadores citam casos de violência envolvendo agentes federais como motivação para o movimento.
Entre as vítimas mencionadas pelos apoiadores estão pessoas mortas durante operações do ICE em Minneapolis, Los Angeles e Chicago. A versão oficial sobre os incidentes tem divergências entre defensores da greve e opositores.
O governo afirma que as ações ocorreram em legítima defesa. Em resposta, a movimentação destaca vídeos que contestam a narrativa oficial e reforça o apelo por mudanças nas políticas de imigração.
Washington trabalha em acordo temporário para evitar paralisação total do governo. A ideia é separar o financiamento do DHS do orçamento geral por duas semanas, enquanto se discutem novas restrições ao ICE.
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