Juan Pablo Guanipa, aliado próximo da líder opositora María Corina Machado, foi sequestrado horas após a sua libertação de prisão em Caracas. Agressivamente, homens fortemente armados, vestidos de civil, chegaram em quatro veículos e o levaram, segundo Machado.
Guanipa havia ficado mais de oito meses detido. A organização Foro Penal informou que a prisão de ao menos 30 pessoas foi revertida no mesmo dia, como parte de crescentes liberdades ordenadas pelo governo interino de Delcy Rodríguez.
Contexto da libertação e clima político
María Corina Machado confirmou o sequestro e pediu a imediata libertação de Guanipa. O grupo de direitos humanos expressou preocupação pela desaparição sem informações claras sobre quem o prendeu.
Reação de organizações e familiares
Alfredo Romero, presidente do Foro Penal, ressaltou a falta de informações sobre o paradeiro de Guanipa e pediu transparência. O filho do ex‑governador, Ramón Guanipa, publicou mensagens exigindo prova de vida.
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