Donald Trump revogou a conclusão científica que autorizava o governo federal a regular a poluição climática causadora de aquecimento. A medida, anunciada recentemente, beneficia supostos poluidores bilionários e pode afetar a saúde pública.
A ação retira a base legal usada pela EPA desde 2009 para limitar emissões de gases de efeito estufa de veículos, usinas e indústrias. O governo afirma que a revisão reduz regulamentações onerosas. Críticos alertam sobre riscos à saúde.
A reação foi imediata: Barack Obama disse que a retirada torna os americanos menos seguros e mais vulneráveis às mudanças climáticas. Também criticaram ex-secretários de Estado e defensores do meio ambiente.
Diversos grupos ambientais prometem levar o caso à Justiça, questionando a legalidade da medida. O estado da Califórnia já confirmou que acionará a EPA judicialmente para contestar a revogação.
Reações internacionais e agendas políticas
Democratas no evento de segurança de Munique vão pedir aos europeus que enfrentem o governo de Donald Trump. A controvérsia divide aliados, com alguns defendendo posição firme e outros destacando a cooperação onde for essencial para a segurança.
Outros destaques do dia
Na política interna, uma executiva de grande bancada jurídica da Goldman Sachs renunciou após ligações reveladas com Jeffrey Epstein. Em Minnesota, prosecutors informaram a retirada de acusações contra dois venezuelanos ligados a um caso daICE, após novas evidências.
Na cobertura internacional, houve relatos sobre proteção de infraestrutura energética na Ucrânia, com mortes por hypothermia e hospitalizações em alta em janeiro, em meio a ataques russos que deixaram cidades sem aquecimento.
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