On Friday (13 de fevereiro), a polícia de Paris informou a abertura de investigação sobre uma fraude de bilhetes no Louvre, estimada em €10 milhões ao longo de uma década. A operação envolveu prisões de nove pessoas, entre guias e dois funcionários do museu, segundo o Ministério Público.
As autoridades afirmam que o esquema utilizava bilhetes reutilizados para entrada de visitantes. Parte dos lucros foi destinada a Dubai, e a polícia apreendeu €957 mil em dinheiro e €486 mil em contas. Um suspeito permanece em prisão preventiva.
A investigação teve início após uma queixa do Louvre, apresentada em dezembro de 2024. O museu afirmou, via imprensa, que a operação faz parte de um plano para combater fraudes de ingressos cada vez mais intensas e diversificadas.
Investigação e prisão
Na terça-feira anterior, mídias locais reportaram que nove pessoas foram presas, incluindo guias e dois funcionários. A polícia indica que grupos de até 20 visitantes teriam entrado por bilhetes reaproveitados ao longo dos últimos 10 anos.
O Louvre calcula prejuízo de €10 milhões com a fraude. O Ministério Público informou que o esquema permitia repetidas entradas com o mesmo bilhete. A operação segue em curso para identificar demais membros da rede.
Manutenção e preocupações estruturais
Na mesma semana, ocorreu um vazamento de água que atingiu uma tela do teto da galeria de pinturas italianas, danificando a obra The Triumph of French Painting (1822) de Charles Meynier. Partes da camada de tinta se soltaram, mas outras obras na sala permaneceram em segurança e o espaço foi reaberto.
O episódio soma-se a problemas anteriores de infraestrutura. Em novembro, um vaso quebrou e inundou a biblioteca do Departamento Egípcio, danificando documentações. A galeria grega de cerâmica permanece fechada por risco de desabamento de vigas.
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