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Mulher detida na Síria proibida de retornar à Austrália por até dois anos

Uma adulta entre 34 australianos liberados de al-Roj recebe ordem de exclusão temporária de até dois anos; os demais ainda não foram avaliados para banimento

Women and children walk among tents at al-Roj camp in Syria. A group of 34 Australian women and children are at the camp.
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One adulto, entre um grupo de 34 australianos — mulheres e crianças — detidos no campo de detenção al-Roj, no nordeste da Síria, recebeu uma ordem de exclusão temporária que a impede de retornar à Austrália por até dois anos. Os demais integrantes do grupo não foram considerados pelo governo para aplicação de restrição semelhante.

O conjunto de 34 pessoas foi liberado pelas autoridades curdas na segunda-feira, com a expectativa de repatriação para a Austrália, mas acabou forçado a retornar por questões de coordenação entre familiares e o governo sírio, segundo um funcionário do campo. Não ficou claro se o grupo possuía passaportes.

Exame de segurança e decisão governamental

O ministro do Interior, Tony Burke, informou que apenas uma pessoa recebeu a Temporary Exclusion Order, com base em aconselhamento de agências de segurança. As autoridades não indicaram idade ou gênero da beneficiária da medida, mas a imprensa aponta que se trata de uma adulta.

A oposição questionou a decisão, levantando dúvidas sobre a aplicação seletiva da medida. Juristas e especialistas审ado ressaltaram que crianças podem permanecer sob responsabilidade de familiares ou da mãe, dependendo das circunstâncias.

Contexto político e passagem de documentos

O primeiro-ministro Anthony Albanese reiterou que o governo não oferece assistência aos indivíduos nem facilita repatriação, afirmando que está cumprindo a lei australiana. A imprensa australiana reporta ainda a existência de relatos sobre passaportes em posse do grupo, informações que não foram confirmadas pelo governo.

Fontes próximas ao caso indicaram que não houve coordenação oficial de repatriação por parte do governo australiano, e que não está claro se todos os membros estavam portando documentos de viagem. O ministro Burke afirmou não ter conhecimento de movimentações específicas de um médico australiano mencionado por algumas reportagens.

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