Duas semanas após a decisão da Suprema Corte dos EUA, Donald Trump mantém a pressão sobre o tarifaço implementado durante seu governo. Segundo a colunista Daniela Lima, ele trabalha em novas estratégias para manter políticas protecionistas, mesmo com rejeição judicial.
A colunista aponta que Trump anunciou uma tarifa global de 10% mesmo após o veredito, o que provocou movimentação nos mercados e gerou incerteza para o Brasil. A leitura é de que o presidente busca artifícios jurídicos para sustentar medidas de cunho tarifário.
Para Lima, a Suprema Corte ressaltou que a definição de tributos é prerrogativa do Congresso, o que pode inviabilizar os planos de Trump caso não haja novas bases legais. O tempo entre decisões em diferentes instâncias foi de cerca de um ano.
Segundo a reportagem, o caso percorreu instâncias judiciais americanas, inclusive a esfera de comércio, com decisões desfavoráveis ao governo. Mesmo assim, o tarifaço ficou vigente até a última avaliação, antes da nova leitura da Corte.
A reportagem também destaca movimentações no cenário brasileiro. A coluna ressalta a reação de Lula e o impacto do tema no Brasil, especialmente em negociações bilaterais e na volatilidade cambial.
Para Daniela Lima, a atenção recai sobre a resposta de Lula, ainda com questões a serem acertadas com Washington. O governo brasileiro acompanha de perto os desdobramentos, sobretudo para relações comerciais.
O texto também observa que o dólar reagiu com queda após a decisão da Suprema Corte, enquanto o real mostrou força frente à moeda americana. Acesse o noticiário para entender os próximos dias de negociação.
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