Anteção rápida sobre a nomeação do novo líder supremo
Dois clérigos iranianos influentes e lineares defenderam a rápida nomeação de um novo líder supremo para orientar o país diante de uma nova onda de ataques dos EUA e de Israel, segundo a imprensa estatal iraniana neste sábado.
Os líderes religiosos argumentam que deixar o cargo temporariamente ocupado por um conselho de três pessoas, conforme prevê a Constituição, pode gerar desordem institucional. O falecido Aiatolá Khamenei foi morto em ataques simultâneos.
Quem está envolvido
Naser Makarem Shirazi, grande aiatolá com grande base de seguidores, pediu uma nomeação célere para “ajudar a organizar melhor os assuntos do país”, conforme a agência estatal. Hossein Nouri Hamedani, grande aiatolá, também incentivou a aceleração do processo.
Quando e onde
A manifestação de posicionamento ocorreu neste fim de semana, com reportes vindos de Teerã e de outras cidades, conforme veículos oficiais iranianos. A situação se desenrola no contexto de tensão regional crescente.
Por quê
A pressão para acelerar a escolha do novo líder surge após a morte do líder supremo Ayatollah Ali Khamenei e diante da data-limite prevista pela Constituição, que estabelece a escolha dentro de três meses. A Assembleia de Especialistas analisa o tema.
Contexto institucional
A Constituição iraniana prevê que, na ausência de um líder, um conselho composto pelo presidente, um clérigo sênior e o chefe do judiciário ocupe o cargo temporariamente. A Assembleia de Especialistas deve nomear o novo líder após deliberar. Fontes indicam consultas online já ocorrendo entre alguns clérigos.
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