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Trump diz que é hora de guerra e apresenta sua doutrina

Operação no Oriente Médio expõe conflitos de interesses de Trump e sugere ausência de doutrina clara, enquanto negócios com o Golfo influenciam a estratégia dos EUA

El presidente estadounidense, Donald Trump, observa durante una reunión con sus asesores tras lanzar la Operación Furia Épica contra Irán desde su complejo turístico Mar-a-Lago, el 28 de febrero de 2026 en Palm Beach, Florida.
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O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a ofensiva denominada Operação Fúria Épica contra o Irã, lançada a partir do complexo Mar-a-Lago, em 28 de fevereiro de 2026, em Palm Beach, Flórida. A ofensiva envolve ataque direto e ações de pressão militar, segundo fontes da Casa Branca. O objetivo, segundo a narrativa oficial, é conter o regime iraniano.

A análise inicial aponta que a estratégia não se enquadra nem na doutrina Donroe nem na Powell. Observa-se uma tentativa de solução rápida, com uso de força, mas sem expectativa de grande implantação de tropas no terreno. Mediadores ressaltam a falta de um plano diplomático claro divulgado.

Mediadores e especialistas discutem a percepção de risco nuclear e a coerência de alianças regionais. A posição de Washington contrasta com o histórico de relações com Arábia Saudita e com o recente alinhamento com aliados do Golfo. Relações com o Irã, porém, permanecem sob forte escrutínio internacional.

Kushner e Witkoff ocupam papel central nessa operação, segundo relatos de veículos internacionais. Kushner e o emissário Steve Witkoff lideram a coordenação de contatos no Oriente Próximo, apesar de vínculos empresariais com o Golfo. O caso levanta questões sobre possíveis conflitos de interesse na política externa.

O contexto envolve ainda interesses ligados a Venezuela e à atual relação de Trump com investidores do Oriente Médio. Documentos e reportagens indicam fluxos financeiros entre autoridades e fontes de financiamento de projetos regionais. A situação mantém o debate sobre a influência de negócios na decisão política.

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