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China deve aprovar nova lei de minorias étnicas, priorizando o mandarim

China avança com lei de unidade étnica; mandarim vira língua básica de instrução, ampliando assimilação de minorias e impactos à identidade não-Han

Closing session of the Chinese People's Political Consultative Conference (CPPCC) in Beijing
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China deve aprovar no Legislativo uma lei sobre identidade nacional compartilhada entre 55 grupos étnicos, com ênfase no uso do mandarim. O texto, intitulado Promoção da Unidade Étnica e Progresso, será votado na sessão de encerramento da Assembleia Popular Nacional.

O projeto, obtido pela Reuters, busca integrar etnias à nação sob o Bloco do Partido Comunista, mantendo Xi Jinping como núcleo do Estado. O objetivo é fomentar a unidade nacional e o rejuvenescimento chinês, segundo o rascunho.

De acordo com o documento, o mandarim será a língua básica de ensino, governo e serviços oficiais. Em espaços públicos, o mandarim terá prioridade na posição e na ordem de uso, com respeito à proteção de línguas minoritárias.

O texto também orienta a Sinicização da religião na China e prevê medidas para ampliar casamentos interétnicos, dificultando interferência em escolhas baseadas em etnia, costume ou fé. O marco pode ampliar o controle social.

Analistas estimam que a lei reforça a assimilação de minorias não Han e aumenta responsabilidades de integração com a maioria. Especialistas destacam o papel da norma na governance social e em temas como segurança de fronteiras e estabilidade.

A imprensa estatal afirmou que o processo legislativo foi rigoroso, envolvendo leituras e consultas com comunidades étnicas. O governo sustenta proteção à cultura e tradições de todos os grupos.

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