A Espanha não participará de nenhuma missão militar no Estreito de Hormuz. O governo, liderado pelo primeiro-ministro Pedro Sánchez, afirma que a ofensiva liderada pelos EUA e Israel contra o Irã é ilegal.
O Ministério da Defesa, chefiado por Margarita Robles, rejeitou o pedido do presidente dos EUA, Donald Trump, de apoio militar para assegurar a passagem de navios na região. O governo espanhol já havia criticado a ofensiva e proibido o uso de bases espanholas para operações conjuntas no sul do país.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores, o ministro Jose Manuel Albares afirmou que a União Europeia deve buscar o fim do conflito, não medidas que aumentem tensões. A posição espanhola é de evitar ações que escalem a crise, independentemente de impactos econômicos.
Diversos países da UE sinalizaram reservas sobre participação em operações no estreito. Alemanha, Itália e Grécia também disseram não entrar na atividade militar, enquanto outros, como Dinamarca, ainda precisam decidir.
O tema preocupa a União Europeia, que ressalta a necessidade de reduzir riscos para o tráfego marítimo e preservar a estabilidade regional, sem comprometer regras internacionais. A Turbulência na região persiste, com bloqueio de tráfego de petróleo pela parte iraniana.
Entre na conversa da comunidade