O preço de energia na Europa subiu após o fechamento do Estreito de Hormuz, provocado por ataques dos EUA e de Israel ao Irã. A crise reacendeu debates sobre a dependência energética do bloco e a necessidade de medidas estruturais.
A Comissão Europeia, liderada pela presidente Ursula von der Leyen, ressaltou a vulnerabilidade do continente aos combustíveis fósseis. Ministros de energia da UE exigem respostas rápidas para reduzir a exposição a choques externos.
Em dezembro de 2025, Bruxelas aprovou o Pacote Grids, a maior reformulação da infraestrutura energética europeia. O plano prevê 1,2 trilhão de euros em investimentos em redes até 2040 e mais de 500 gigawatts de capacidade renovável adicional.
A proposta cria oito corredores energéticos transfronteiriços, conectando o Báltico ao Península Ibérica. A estratégia visA aumentar a geração interna para diminuir a dependência de rotas vulneráveis.
A Comissão pretende colocar projetos-chave em funcionamento antes de 2030, destacando a urgência diante do ambiente de segurança atual. O objetivo é ampliar a autossuficiência energética sem depender de importações intensas.
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