O Parlamento Europeu deu mais um passo para implementar o acordo comercial entre a União Europeia e os Estados Unidos, após votação de um comitê-chave. Enquanto isso, Washington mantém pressões e incertezas sobre a validade do pacto assinado em 2025. A suspensão formal do acordo ocorre em meio a ameaças norte-americanas e a uma decisão da Suprema Corte dos EUA que coloca em questão parte das regras do tratado.
Em 2025, o comércio de bens entre UE e EUA atingiu recorde de 1,05 trilhão de dólares, mesmo com tensões tarifárias. O déficit americano com o bloco caiu 7% no período analisado por uma associação empresarial sediada em Washington. Os números alimentam o debate sobre os impactos do acordo na economia de ambos os lados.
Avanços no processo e próximos passos
O comitê responsável reforçou a aproximação de Bruxelas e Washington, com a empresa defesa da sequência legislativa. A Comissão Europeia rejeitou novas investigações de práticas desleais por parte dos EUA, apesar da continuidade da incerteza sobre a viabilidade do pacto. A UE espera que o Parlamento aprove o acordo até março, para avançar nas negociações com os Estados-membros.
Contexto político e reações
Após a suspensão, negociadores do Parlamento Europeu sinalizaram a busca por garantias formais de comprometimento dos EUA com o acordo. Em resposta, o bloco reforçou que defenderá seus interesses comerciais frente às pressões de Washington. Enquanto isso, o comitê permanece à espera de um desfecho que possa destravar a ratificação.
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