O Snapchat, plataforma de mídia social de propriedade da norte-americana Snap, está sob investigação da União Europeia. A acusação é de falhas na prevenção do aliciamento de menores e na venda de produtos ilegais na sua plataforma. A investigação ocorre sob a Lei dos Serviços Digitais (DSA).
A UE informou que a empresa pode não estar atendendo aos padrões de segurança exigidos pela DSA. As autoridades alegam que há risco de crianças serem contatadas por usuários com intenções criminosas e de exposição a conteúdos de venda de itens ilegais.
A Comissão Europeia afirmou que as ferramentas de moderação atuais não impedem a disseminação de informações que direcionam usuários à compra de itens como cigarros eletrônicos e bebidas alcoólicas. Também há questões sobre a eficácia da autodeclaração de idade.
A investigação, iniciada por reguladores holandeses em setembro, passa a ser conduzida pela Comissão Europeia. Os europeus apontam problemas com as configurações de conta padrão e com mecanismos de denúncia de padrões de design duvidosos.
O Snapchat confirmou que revisa e reforça continuamente suas medidas de segurança. Em nota, a empresa disse cooperar plenamente com a Comissão e atuar de forma proativa para cumprir os altos padrões da DSA durante o processo.
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