Embaixada do Irã publicou um vídeo de cerca de 1 minuto, criado com inteligência artificial, reunindo episódios históricos e recentes para atribuir responsabilidades aos Estados Unidos. A peça circula nas redes e afirma ser uma retaliação por tudo.
O conteúdo foi compartilhado pela RT, veículo estatal russo, e atribuído à agência Fars News. Também foi publicado pela conta da embaixada do Irã na Malásia, na rede X, sem uso de fontes diretas adicionais.
Conteúdo do vídeo
Entre os casos citados estão a invasão a povos nativos nos EUA, as bombas atômicas no Japão, a Guerra do Vietnã e conflitos no Iêmen e na Palestina. O material também menciona o caso de uma ilha ligada ao caso Epstein.
Ainda aparecem episódios envolvendo o Irã, como a morte do general Qasem Soleimani, a morte do aiatolá Ali Khamenei e um ataque que teria atingido uma escola em Minab, no sul do país. O vídeo encerra com a imagem de um míssil atingindo a Estátua da Liberdade.
Contexto diplomático e respostas oficiais
O lançamento ocorre em meio a impasse nas negociações entre EUA e Irã. Nos últimos dias, Trump afirmou ter visto a guerra como vencida e, dias depois, disse que negociadores iranianos estariam implorando por um acordo.
No Irã, um porta-voz militar afirmou que os EUA negociam entre si sobre o fim do conflito. O comentário veio após Washington enviar um plano de paz com 15 pontos, por meio de um intermediário paquistanês.
Medidas recentes
Na quinta-feira, Trump anunciou a suspensão temporária, por 10 dias, de ataques a instalações energéticas iranianas, alegando atender a um pedido iraniano e considerar o progresso das negociações. O governo americano não detalhou as medidas aplicadas.
Escalada geopolítica
A ofensiva dos EUA contra o Irã ocorreu após semanas de tensões entre as duas nações. Em fevereiro, Trump sinalizou a possibilidade de avançar com ações militares caso houvesse necessidade, e avaliou condições para uma resposta mais ampla.
Caso recente e próximos passos
Durante as negociações diplomáticas, uma autoridade iraniana disse que o país poderia aceitar concessões se os EUA reconhecessem o direito de enriquecer urânio para fins pacíficos e suspendessem sanções.
A comunidade internacional acompanha o desfecho, com fatores econômicos e estratégicos influenciando o curso das negociações entre as autoridades americana e iraniana. As informações são provenientes de fontes oficiais e veículos de imprensa.
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