O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu manter o apoio à candidatura de Michelle Bachelet para o cargo de secretária-geral da ONU. A decisão vem após o Chile anunciar a retirada do respaldo à ex-presidente, originalmente apoiada pelo Brasil e pelo México.
Bachelet é reconhecida por ter sido duas vezes chefe de Estado no Chile, além de já ter atuado como Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos e diretora executiva da ONU Mulheres. O governo afirma que ela reúne as credenciais para liderar a organização.
A retirada do apoio chileno foi comunicada pelo Poder Executivo, que justificou a inviabilidade da candidatura diante do atual cenário eleitoral, com dispersão de candidatos latino-americanos e divergências entre atores envolvidos.
Mudança na conjuntura diplomática
Na quarta-feira, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, informou que o país manteria o apoio a Bachelet. Ela destacou o perfil da candidata na promoção da paz, direitos humanos e resolução pacífica de conflitos.
Sheinbaum reforçou que a visão de Bachelet inclui reconstruir a ONU como espaço de resolução de conflitos e defesa de direitos em todo o mundo. A divulgação é baseada em informações da CNN Chile e da Reuters.
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