O relatório internacional atribui ao Irã a convocação de menores para lutar na guerra, após a queda nas tropas. Segundo as informações, o governo teria reduzido a idade mínima de voluntários para 12 anos. Campanhas patrocinadas por entidades ligadas ao regime promovem participação juvenil.
As peças de divulgação mostram jovens ao lado de adultos e mencionam atividades como patrulhas, apoio a combatentes e atendimento a feridos. A Human Rights Watch classifica a prática como grave violação dos direitos infantis.
A organização solicita o fim imediato do recrutamento e ressalta que o direito internacional proíbe a participação de crianças em conflitos armados. Em avaliação, jovens correm risco de dano permanente em ataques.
Contexto legal e respostas internacionais
A HRW reforça que o recrutamento de menores viola normas internacionais e conclama mecanismos globais a atuação. O relatório também aponta possíveis crimes de guerra dependendo do envolvimento de menores em hostilidades. As informações complementares destacam a necessidade de proteção de crianças em zonas de conflito.
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