China e Paquistão apresentaram uma proposta conjunta de cinco pontos para a paz no Oriente Médio. O anúncio ocorreu em Pequim, após reunião entre os ministros das Relações Exteriores dos dois países. O objetivo é criar condições para um caminho diplomático.
A proposta prevê cessar-fogo imediato, proteção das rotas marítimas e retomada do diálogo entre as partes envolvidas no conflito. O texto também enfatiza a necessidade de garantias humanitárias e de cooperação regional para reduzir tensões.
O Paquistão assume o papel de mediador internacional, segundo as autoridades presentes. Os Estados Unidos disseram que negociações estão em curso, enquanto o Irã negou qualquer conversa direta sobre o tema. A posição de cada país não foi detalhada pela coletiva.
Até o momento, a medida é vista por analistas como um gesto político, com impacto ainda limitado sobre a prática no terreno. A divulgação ocorre em meio a sinalizações de apoio de potências globais para mitigar impactos econômicos da guerra.
Contexto internacional e próximos passos
A iniciativa coincide com a visita do presidente francês Emmanuel Macron ao Japão, em um cenário de atuação diplomática de grandes potências. Autoridades de Pequim destacam que a proposta ainda depende de contatos adicionais entre as partes.
Não há datas anunciadas para futuras conversas entre os países afetados. A China e o Paquistão reiteraram a disposição de facilitar negociações conforme avancem as condições no terreno e haja aceitação internacional.
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