O Irã prometeu ataques “destrutivos” e esmagadores contra os EUA e Israel, após o discurso do presidente dos EUA, que ameaçou bombardear o país. O aviso foi feito pela porta-voz do quartel-general central de operações, Ebrahim Zolfaqari, citado pela agência Tasnim.
Segundo Zolfaqari, Teerã deve intensificar operações militares e lançar ações cada vez mais amplas contra seus inimigos, com o objetivo de impor rejeição permanente aos adversários. As declarações chegaram após o pronunciamento de Trump na TV.
Contexto e desdobramentos
O discurso de Trump, feito no início da noite, afirmou que os EUA estão próximos de alcançar seus objetivos e prometeu endurecer ataques se o Irã não aceitar um acordo. Ele repetiu avisos anteriores sem detalhes novos.
A escalada envolve a região do Golfo, com defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos respondendo a ameaças de mísseis e drones. O estreito de Hormuz aparece como ponto crítico para o abastecimento mundial de petróleo.
Impactos econômicos
A disputa segue impactando mercados: o petróleo subiu e as bolsas variaram após o discurso. A Organização Mundial do Comércio e outras entidades destacam riscos para inflação, empregos e segurança alimentar.
O Irã continua a afirmar que manterá o bloqueio ao estreito até que o bloqueio seja revertido, e o governo dos EUA mantém a condição de restauração do tráfego naval aberto como parte de qualquer cessar-fogo.
Entre na conversa da comunidade