O presidente dos EUA, Donald Trump, demitiu Pam Bondi, que chefiava o Departamento de Justiça desde o início do seu segundo mandato. A saída representa a segunda demissão de uma autoridade de alto escalão do governo norte-americano.
A demissão de Bondi se soma à saída anterior de Kristi Noem, que deixou o cargo em 5 de março. Noem foi substituída pelo senador Markwayne Mullin, do Partido Republicano, conforme divulgado na época.
Bondi não se manifestou sobre a decisão. Trump elogiou publicamente a ex-procuradora, afirmando que Bondi foi uma “grande patriota” e que “serviu fielmente” ao país, descrevendo seu trabalho como excepcional.
Segundo a Casa Branca, a administração continuará a apoiar as forças de segurança e a aplicação da lei para manter a América segura, mantendo o foco em políticas de combate ao crime e na gestão do Departamento de Justiça.
A operação de substituições no governo ocorre em meio a questionamentos sobre a atuação do DOJ, incluindo avaliações de políticas de imigração e de resposta a incidentes durante manifestações em várias cidades, o que tem alimentado debates sobre o papel do órgão.
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