O diretor da CIA, John Ratcliffe, afirmou nesta segunda-feira que localizar e resgatar o piloto americano abatido no Irã foi um desafio assustador. O episódio ocorreu após o jato dele ser abatido, com a operação ocorrendo no Irã, em contexto de tensão entre EUA e Irã.
O piloto estava escondido em uma fenda na montanha, invisível para o inimigo mas detectável pela CIA. A agência reuniu recursos humanos e tecnológicos para confirmar o paradeiro do militar e planejar o resgate.
A CIA informou ao secretário de Defesa, Pete Hegseth, que confirmou a localização ao presidente dos EUA, Donald Trump, ligando o processo à missão de resgate. A operação foi descrita como uma corrida contra o tempo para manter o piloto seguro e desorientar adversários.
Detalhes da operação
A autoridade afirmou que houve uma campanha de desinformação para confundir o Irã sobre o desaparecimento. O militar, segundo a agência, estava vivo na manhã de sábado, data anterior ao anúncio, o que motivou a decisão de iniciar a missão.
As Forças Armadas seguem o princípio de não deixar ninguém para trás, afirmou Ratcliffe. A comunicação entre CIA, Defesa e a Presidência foi citada como fundamental para o sucesso da operação.
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