O Pentágono pediu cautela após a divulgação de uma reportagem do USA Today, que sustenta estar em curso o aumento do planejamento de uma intervenção militar em Cuba. A matéria afirma que Washington aguarda ordens diretas do presidente.
Segundo o texto, o Reino Unido não está envolvido. Os EUA teriam intensificado medidas para pressionar Havana após meses de ações voltadas a restringir o petróleo, com o argumento de mudanças políticas na ilha.
Trump teria deixado fissuras ao mencionar a possibilidade de assumir o controle de Cuba, embora sem confirmação oficial. O tom das declarações é visto como indicativo de pressão política.
O Departamento de Defesa afirmou que não comenta cenários hipotéticos e que as Forças Armadas estão preparadas para cumprir ordens do presidente. O enfoque é a preparação para múltiplas contingências.
Contexto das tensões
O ministro cubano Bruno Rodríguez acusou Washington de intimidar parceiros comerciais e defendeu o direito de Cuba importar combustível, em meio ao bloqueio petrolífero.
As medidas dos EUA, que se intensificaram desde janeiro, elevaram as dificuldades econômicas de Cuba, agravando uma crise estrutural que perdura há anos. A economia cubana sofreu retração significativa.
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