O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, enfrenta cobranças para deixar o cargo após o governo admitir que a avaliação de segurança do embaixador britânico nos Estados Unidos foi contornada. Peter Mandelson foi escolhido para o posto, porém teve a clearance inicial negada, sendo demitido em setembro de 2025 pela ligação próxima com Jeffrey Epstein.
Segundo a imprensa, a aprovação do desenvolveto de verificação ocorreu apesar da negativa inicial, e Starmer declarou não saber da intervenção do Foreign Office até esta semana. O premiê disse ter solicitado apuração para esclarecer os fatos e planejar atualizações ao Parlamento.
A oposição cobra transparência. Parlamentares afirmam que a divulgação envolve o papel do chefe de governo e podem justificar renúncia caso Starmer tenha enganado o Parlamento. A liderança conservadora e os liberais-democratas cobraram explicações públicas.
Desenvolvimento e contexto
O governo informou que, assim que teve a informação, Starmer orientou as autoridades a apurar as razões da aprovação irregular e a adotar medidas para esclarecer o caso no plenário.
Conforme apuração, Mandelson foi desligado do cargo no fim de 2025 devido às ligações com Epstein, considerado por autoridades brasileiras um caso de alto impacto público. A reportagem destaca que o episódio reacende debates sobre critérios de seleção de embaixadores.
Repercussão política
Kemi Badenoch, líder do Partido Conservador, afirmou que a situação coloca Starmer numa zona de renúncia. Já Ed Davey, líder dos Lib Dems, disse que o premiê deve deixar o cargo caso tenha mentido ao Parlamento e ao público.
Entre na conversa da comunidade