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Conselheiro de Trump envolvido em comentário contra brasileiras é identificado

Enviado especial de Trump, Paolo Zampolli chama brasileiras de "raça maldita" em entrevista, contexto envolve Amanda Ungaro e cargos oficiais

Paolo Zampolli é amigo de longa data de Donald Trump
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Entre os fatos principais, Paolo Zampolli, conhecido empresário italiano e aliado de Donald Trump, afirmou, em entrevista à rede italiana RAI, comentários depreciativos sobre brasileiras, além de classificar mulheres como uma “raça maldita”. O pronunciamento ocorreu no domingo anterior, 19 de abril de 2026. Zampolli atua como Representante Especial dos EUA para Parcerias Globais, cargo que assumiu em março de 2025.

A declaração gerou repercussão por associar mulheres brasileiras a estereótipos negativos. O episódio acontece no contexto de consulta pública sobre relações internacionais e, segundo apuração, envolve o círculo próximo a Trump e a ex-modelo Amanda Ungaro, com quem Zampolli manteve relação de quase 20 anos.

Paolo Zampolli tem 56 anos, nasceu em Milão e acumula atuação como empresário e aliado de Trump. A amizade com o então candidato começou quando ele atuava como agente de modelos, função que também o aproximou de Melania Trump, com quem o empresário disse manter contato próximo ao casal presidente.

Trajetória de Paolo Zampolli

O italiano integrou o conselho de curadores do Kennedy Center em 2020, durante o primeiro mandato de Trump. Em 2025, assumiu o papel de Representante Especial para Parcerias Globais nos Estados Unidos. A relação com Amanda Ungaro, iniciada em 2002, acabou levando a um divórcio em 2021, após quase 19 anos juntos.

Amanda Ungaro, natural de Londrina, afirma ter enfrentado violência doméstica durante o relacionamento. Segundo relatos, episódios de abuso teriam ocorrido em Nova York, incluindo situações que envolveriam agressões ao acordar para ir trabalhar. A ex-modelo também aponta que o caso se estendeu ao período após o nascimento do filho, hoje com 15 anos.

O fim do casamento ocorreu em meio a controvérsias públicas sobre a relação e sobre a guarda do filho. Ungaro sustenta que, após a separação, houve disputas legais na Suprema Corte e que houve interferência externa relacionada a questões de imigração. Em 2025, a ex-modelo retornou ao Brasil após passagem por processos legais adicionais.

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