A China bloqueou a compra da Manus pela Meta, encerrando um acordo avaliado em US$ 2 bilhões. A decisão foi confirmada por fontes envolvidas nas negociações, que apontam preocupações de segurança nacional e controle de tecnologia de IA por parte do governo chinês. A operação não recebeu autorização regulatória.
A Meta, combinando IA e agentes conversacionais, via a Manus como peça-chave para ampliar presença na Ásia. A startup, criada em 2018, atua no desenvolvimento de modelos de linguagem natural e sistemas de IA conversational. O negócio visava integrar essas tecnologias ao ecossistema da empresa.
Segundo analistas, o bloqueio representa um obstáculo aos planos da Meta de competir com Microsoft, Alphabet, OpenAI e Anthropic no campo de IA. A decisão também levanta dúvidas sobre o ambiente regulatório chinês para aquisições estrangeiras em tecnologia.
Impactos e próximos passos
A Meta ainda não comentou oficialmente o ocorrido, mas fontes indicam avaliação de alternativas para avançar em IA sem a Manus. A Manus afirmou seguir operações independentes, mantendo o foco no desenvolvimento de soluções para clientes globalmente.
Especialistas destacam que o caso evidencia um cenário desafiador para empresas estrangeiras em mercados com restrições regulatórias fortes. Ainda não há conhecimento de novas tratativas entre Meta e outras empresas para aquisições nesse setor.
A Meta permanece dedicada a investir em IA e buscar parcerias estratégicas, enquanto avalia como essa decisão chinesa pode influenciar iniciativas futuras. A Manus continua a operar normalmente, sem depender do acordo com a Meta.
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