Michelle Brouhard, chefe de Política e Risco Geopolítico da Kpler, afirmou que a saída dos Emirados Árabes Unidos (EAU) da OPEC evidencia uma divergência de longa data entre membros do grupo e representa um novo capítulo após anos de envolvimento ambíuo. A observação foi feita durante participação no programa Balance of Power, da Bloomberg, na edição da noite.
A executiva também rejeitou a ideia de que o Irã esteja à beira de colapso, destacando pressões que duram cerca de cinco ou seis anos. Contudo, acrescentou que o Irã pode ter apenas cinco ou seis dias de produção remanescentes antes de fechar poços, devido a limitações de armazenamento de petróleo.
A análise de Brouhard sugere um cenário em que a dinâmica entre países produtores continua volátil. Segundo ela, a gestão de estoques e a estratégia de venda influenciam decisões de produção, ao mesmo tempo em que tensões políticas entre membros da OPEC persistem.
Entre na conversa da comunidade