O ataque a tiros durante o jantar anual dos correspondentes da Casa Branca deixou o presidente dos EUA, Donald Trump, sob escolta de segurança no último sábado, 25 de abril, em Washington. O incidente ocorreu no evento, com Trump sendo retirado do local de forma rápida. As autoridades ainda apuram as motivações, enquanto o ato é descrito pela Casa Branca como parte de um ciclo de violência política.
O agressor foi detido no local e identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, natural de Torrance, na Califórnia. Não há confirmação oficial sobre o que teria levado o suspeito a atirar. A prefeitura e o serviço médico não divulgaram detalhes sobre feridos além da retirada do presidente e de outras pessoas presentes.
A secretaria de imprensa Karoline Leavitt classificou o episódio como a terceira tentativa de assassinato contra Trump. A fala enfatiza o que chama de demonização sistemática do líder e de seus apoiadores por adversários e pela mídia, sustentando a preocupação com a violência política.
Repercussões e reações internacionais
Barack Obama pediu que a violência não tenha espaço na democracia, destacando a necessidade de rejeitar esse tipo de prática mesmo sem todos os detalhes. A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, afirmou que a violência política não tem lugar em uma democracia e sublinhou o simbolismo do jantar com jornalistas.
O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva expressou solidariedade a Trump e afirmou que a violência política é contrária aos valores democráticos. Em tom semelhante, vários líderes europeus e asiáticos manifestaram apoio ao presidente e à imprensa.
Contexto histórico de violência contra Chefes de Estado
A história política dos EUA registra quatro presidentes assassinados em mandato: Lincoln (1865), Garfield (1881), McKinley (1901) e Kennedy (1963). Também houve tentativas de assassinato a Reagan (1981) e Theodore Roosevelt (1912), ainda que em momentos diferentes.
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