A China afirmou nesta terça-feira que as sanções ampliadas dos Estados Unidos contra Cuba são ilegais e violam normas das relações internacionais. Pequim pediu o fim imediato do embargo e das pressões coercitivas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou na sexta-feira uma ordem executiva que amplia as sanções ao governo cubano. A medida ocorre em meio a tensões entre Washington e Havana, após a destituição de Nicolás Maduro na Venezuela.
Segundo a Casa Branca, a ação visa aumentar a pressão sobre o regime cubano. Maduro, aliado histórico de Cuba, havia sido capturado pelos EUA, segundo autoridades norte-americanas, elevando o atrito na região.
Reação da China
O Ministério das Relações Exteriores chinês afirmou que as sanções americanas representam uma grave violação do direito internacional. Pequim ressaltou apoio a Cuba e pediu que os EUA encerrem o embargo.
A China afirmou ainda que não admite ingerência em assuntos internos de Cuba e que reconhece o direito cubano à soberania e à segurança. O comunicado reforçou a oposição a medidas unilaterais.
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