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China afirma que sanções americanas contra Cuba são ilegais

China afirma que as sanções dos EUA contra Cuba são ilegais e pede o encerramento imediato do embargo

O Ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, e o Ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, apertam as mãos antes de sua reunião na Casa de Hóspedes Estatal de Diaoyutai, em Pequim, China, em 12 de maio de 2025 — Foto: REUTERS/Florence Lo/Pool/Foto de Arquivo
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A China afirmou nesta terça-feira que as sanções ampliadas dos Estados Unidos contra Cuba são ilegais e violam normas das relações internacionais. Pequim pediu o fim imediato do embargo e das pressões coercitivas.

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou na sexta-feira uma ordem executiva que amplia as sanções ao governo cubano. A medida ocorre em meio a tensões entre Washington e Havana, após a destituição de Nicolás Maduro na Venezuela.

Segundo a Casa Branca, a ação visa aumentar a pressão sobre o regime cubano. Maduro, aliado histórico de Cuba, havia sido capturado pelos EUA, segundo autoridades norte-americanas, elevando o atrito na região.

Reação da China

O Ministério das Relações Exteriores chinês afirmou que as sanções americanas representam uma grave violação do direito internacional. Pequim ressaltou apoio a Cuba e pediu que os EUA encerrem o embargo.

A China afirmou ainda que não admite ingerência em assuntos internos de Cuba e que reconhece o direito cubano à soberania e à segurança. O comunicado reforçou a oposição a medidas unilaterais.

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