Em Alta Eleições 2026 PolíticaNotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasConflitoseconomiaFutebol

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Influenciadores pagos nos EUA para falar mal da China

Influenciadores dos EUA foram contratados para defender IA nacional e descredibilizar rivais chineses, com pagamentos de até US$ 5 mil por vídeo

Influenciadores são pagos nos EUA para falar mal da China
0:00
Carregando...
0:00

Influenciadores digitais dos Estados Unidos teriam sido pagos para endossar o mercado nacional de IA e atacar rivais chineses. A reportagem da Wired aponta que o caso envolve nomes conhecidos por conteúdo de lifestyle, não de tecnologia. A estratégia visaria influenciar investidores e políticas públicas a favor de empresas locais.

Nomes e empresas citados pelo jornal incluem figuras associadas a conteúdos amplos, sem foco técnico. Segundo a matéria, o objetivo inicial foi promover investimentos em IA estadunidense, destacando empregos e liderança. Posteriormente, surgiram mensagens que sinalizavam preocupação com IA de origem chinesa.

Quem está por trás e como funciona

Agências de marketing teriam contratado influenciadores com promessas de até US$ 5 mil por vídeo no TikTok. O objetivo era alcançar audiências diversas, incluindo progressistas e conservadores, sem que o financiamento fosse evidente. O grupo financiador seria o Build American AI.

Participantes citados pela reportagem incluem Greg Brockman, presidente e cofundador da OpenAI; Joe Lonsdale, cofundador da Palantir; a firma de investimentos Andreessen Horowitz; e representantes da Perplexity. Várias pessoas teriam recusado propostas por entenderem o tom agressivo da campanha.

Transparência e impactos

A principal crítica é a falta de informações públicas sobre quem paga as postagens e quais são as motivações por trás delas. Embora não haja ilegalidade, a opacidade gera dúvidas sobre a origem do financiamento. O conjunto de ações acompanha tensões entre EUA e China em tecnologia e cadeia de suprimentos.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais