Nos últimos meses, a Rússia intensificou a segurança em torno do presidente Vladimir Putin. O Serviço Federal de Proteção (FSO) reforçou protocolos, com Putin passando mais tempo em bunkers subterrâneos para monitorar a guerra na Ucrânia. O objetivo é reduzir riscos de ataques e controlar cada movimento do líder.
Funcionários próximos a Putin foram proibidos de usar telefones celulares ou dispositivos com internet perto dele. Dispositivos de vigilância foram instalados nas residências do círculo próximo, incluindo cozinheiros, fotógrafos e guarda-costas. O Kremlin não comentou oficialmente o aumento das medidas.
A mudança ocorre em um momento de crescente isolamento de Putin. Ele tem reduzido visitas públicas e intensificado verificações de segurança para quem o encontra, segundo fontes ligadas aos serviços de inteligência europeus.
Segundo relatos, a Rússia vem antecipando ameaças com drones e ataques contra infraestruturas militares. O isolamento também envolve a exploração de bunkers na região de Krasnodar, onde Putin trabalha há semanas, enquanto a mídia estatal mantém uma imagem de normalidade.
As preocupações de segurança se ampliaram após a prisão de Nicolás Maduro, ocorrida nos EUA no início do ano, que alimentou temores de instabilidade regional. Autoridades russas teriam aumentado a vigilância de fronteiras, rotas de deslocamento e comunicação entre o Kremlin e o entorno próximo.
Além disso, o FSO ampliou as verificações com apoio de cães e posicionamentos ao longo de pontos estratégicos do rio Moscou, visando reagir a qualquer tentativa de ataque com drones. Essas medidas refletem uma tendência de endurecimento sob o argumento de proteção de altas patentes.
As medidas de segurança também impactaram a agenda de Putin. De acordo com fontes próximas, o presidente concentra-se mais na guerra e menos em políticas internas, mantendo reuniões diárias com militares para discutir operações e zonas de conflito.
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