O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira um cessar-fogo de três dias entre Rússia e Ucrânia, válido de 9 a 11 de maio, acompanhado de uma troca de prisioneiros. A medida foi comunicada via Truth Social e envolve a suspensão de atividades militares durante o período, com a promessa de libertar 1.000 prisioneiros de cada lado. A confirmação partiu do governo ucraniano, que também indicou que o desfile do Dia da Vitória na Rússia deveria ocorrer conforme o planejado.
A data de início do cessar-fogo coincide com as celebrações do Dia da Vitória na Rússia, marcado para o sábado, 9 de maio. Em 2025, Putin já havia anunciado outra trégua para a mesma data. A Ucrânia informou que a violação de cessar-fogos anteriores tem levado a críticas de autoridades locais, que ressaltaram a prioridade pela proteção de vidas civis.
A Ucrânia acusa a Rússia de violar acordos de cessar-fogo já anunciados, enquanto Moscou afirma reforçar a vigilância e deixar aberta a possibilidade de retaliação caso haja ataques durante as comemorações. Autoridades russas destacaram a necessidade de manter a segurança em Kiev e avaliaram medidas para proteger instalações diplomáticas e civis.
Entre os desdobramentos, o secretário de Relações Exteriores da Ucrânia enfatizou que as prioridades envolvem a proteção de vidas humanas e a manutenção de espaço para negociações. Em Moscou, líderes estrangeiros aguardados para as cerimônias incluíram monarcas e chefs de Estado de várias regiões, com a participação de dirigentes de alguns países da região.
O anúncio de Trump ocorre em meio a uma pauta internacional de cessar-fogos intermitentes, com o objetivo de criar condições para negociações de alto nível. Delegações devem acompanhar a evolução dos próximos dias, com monitoramento de violações e impactos sobre civis e infraestrutura. Fontes oficiais ressaltam que a situação permanece volátil e sujeita a alterações.
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