Preparado para receber Trump, Xi Jinping busca estabilidade diante de oscilações sobre o Irã. A China pretende usar sua influência para manter a trégua comercial vigente e influenciar a política dos EUA em relação a Taiwan. O encontro entre os dois líderes está previsto para a próxima semana em Pequim.
Na lembrança histórica, o encontro de 2017, na Flórida, ficou marcado pela conversa sobre ataques com mísseis à Síria, acompanhada de uma cena que ficou famosa entre os assessores de ambas as partes. A narrativa do momento envolve expectativa de continuidade de diálogo entre Washington e Pequim.
Atualmente, as atenções também recaem sobre o Ib, já que um novo envolvimento militar dos EUA no Oriente Médio tende a ofuscar as tratativas bilaterais. A agenda indica que questões regionais devem influenciar o tom das discussões em Pequim.
Entre os atores, destacam-se o governo chinês, o governo americano e os governos envolvidos no Irã e no espaço estratégico de Taiwan. O objetivo declarado é preservar a estabilidade regional e avançar uma agenda de cooperação comercial, sem distorcer o equilíbrio de poder regional.
O histórico de encontros entre Xi e Trump é visto como um marco para as relações sino-americanas. A reunião em território chinês deve oferecer sinais sobre o ritmo de cooperação econômica, bem como sobre postura de Washington em relação a Taiwan e a segurança regional.
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