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Macron afirma que França nunca avaliou envio militar ao Estreito de Ormuz

Macron afirma que França nunca avaliou envio militar ao Estreito de Ormuz e defende missão coordenada com o Irã e aliados para garantir a navegação

O presidente francês Emmanuel Macron discursa na base naval de submarinos nucleares de Île Longue, em Crozon, França, em 2 de março de 2026. Yoan Valat / Pool via REUTERS.
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O presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que Paris nunca considerou enviar forças navais ao Estreito de Ormuz. A declaração foi feita em uma coletiva de imprensa realizada em Nairóbi, no Quênia.

Macron destacou a preferência por uma abordagem de segurança coordenada que inclua o Irã. Ele reiterou oposição a qualquer bloqueio da via marítima e criticou cobranças de pedágios para manter a liberdade de navegação.

O presidente disse ainda que a França ajudou a criar uma missão ad hoc, em parceria com o Reino Unido, reunindo cerca de 50 países e organizações para apoiar a segurança marítima na região, em coordenação com o Irã.

A iniciativa visa reduzir tensões na região e permitir, quando as condições permitirem, a retomada do tráfego marítimo internacional, conforme o governo francês.

Mais cedo, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Irã afirmou que navios de guerra franceses e britânicos no Estreito de Ormuz podem ter resposta caso atuem para apoiar ações consideradas ilegais pelos EUA, aumentando a crise.

A posição iraniana ressalta que o envio de navios sob o pretexto de proteger a navegação pode agravar a tensão entre as partes envolvidas, segundo autoridades iranianas.

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