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EUA passam a exigir redes sociais públicas para visto de jornalista

Regra do Departamento de Estado vale também para outros tipos de visto e amplia a checagem dos candidatos na internet

Vista da fachada branca de um edifício neoclássico de dois andares, com pórtico central sustentado por colunas, cercado por gramado verde, arbustos podados e uma grande árvore em primeiro plano à esquerda. Ao fundo, céu parcialmente nublado.
Fachada norte da Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos (Crédito: Benjamin Ashton/Unsplash)

A exigência de perfis de redes sociais abertos ao público passa a valer a partir desta quinta-feira (1º) para quem pede visto americano de jornalista. A determinação é do Departamento de Estado dos EUA.

A regra também vale para os vistos TN e TD, voltados a profissionais de outras áreas cobertos pelo acordo comercial entre Estados Unidos, México e Canadá, conhecido pela sigla USMCA, e a seus dependentes. As três categorias são de não imigrante.

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Com a mudança, candidatos a esses vistos passam a ter suas redes sociais examinadas pelo governo americano durante o processo. Dessa maneira, as contas precisam estar configuradas como públicas para que as autoridades consigam ver o conteúdo.

Os três vistos se somam a uma lista de categorias que já passavam pelo mesmo tipo de checagem. Entre elas estão os vistos de estudante, de trabalhadores temporários e estagiários e de intercâmbio.

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A análise também já era aplicada a noivos e seus dependentes, a participantes de programas de intercâmbio cultural, a profissionais religiosos, a trabalhadores domésticos ligados a missões diplomáticas e organismos internacionais e a testemunhas, informantes e vítimas.

Segundo o Departamento de Estado, a triagem usa todas as fontes de informação disponíveis para identificar candidatos que não podem ser admitidos no país, como pessoas que representem ameaça à segurança nacional ou à segurança pública. O órgão diz que aplica esse padrão a todos os solicitantes.

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