Vinexpo Americas voltou a Miami Beach entre 29 e 30 de abril, com 170 expositores. O evento reforçou a busca por mercados latino-americanos, o cenário regulatório dos EUA e estratégias para atrair consumidores mais jovens, segundo apurado por jornalistas. A edição ampliou o foco para as Américas, não apenas a América do Norte.
A organização destacou que Miami facilita ligações com a região desde o Caribe até a América Latina. A mudança de nome, de America para Americas, sinaliza esse alcance regional e o esforço de diversificar mercados diante da desaceleração de consumo em tradicionais.
Diversificação e relevância
A ideia central é evitar o crescimento pelo tamanho e priorizar a qualidade das oportunidades, com compradores e produtores bem alinhados. A diretora de eventos internacionais ressaltou que o objetivo é ter os compradores certos diante de produtores com portfólio diverso.
Expositores destacaram interesse de compradores de Brasil, México e Argentina, utilizando Miami como porta de entrada para regiões historicamente de acesso mais complexo. Para alguns, a presença na feira é estratégia de expansão de curto prazo; para outros, planejamento de longo prazo.
Público jovem e ambiente
Apesar dos desafios, há otimismo quanto a retornos ao evento no próximo ano. Participantes ressaltaram que vinhos continuam em demanda, com mudanças no estilo de consumo, incluindo rosé e opções sem álcool. A comunicação precisa acompanhar essa mudança para atrair jovens.
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